“SEGUNDO TEMPO” E “A COPA DOS REFUGIADOS” CONQUISTAM A TAÇA CINEFOOT SP

“SEGUNDO TEMPO” E “A COPA DOS REFUGIADOS” CONQUISTAM A TAÇA CINEFOOT SP

A noite de encerramento e premiação do CINEFOOT-SP reservou momentos de celebração, homenagem e enorme emoção.

Cinco filmes foram laureados, com destaque para os campeões “SEGUNDO TEMPO” (Dir. Rogério Zagallo) e “A COPA DOS REFUGIADOS” (Dir. Luciano Pérez), que faturaram a Taça Cinefoot na edição São Paulo, nas categorias de longa e curta metragens, respectivamente.

Oscar Sales Bueno Filho, o Dicá, maior ídolo da Ponte Preta, foi homenageado com a “Honraria Gol de Placa Cinefoot 2017” pelos seus 70 anos e pela brilhante carreira, retratada no documentário “MESTRE DICÁ”, Dir. André Pécora, Stephan Campineiro e Weberton Morais.

“77, ETERNOS CAMPEÕES”, de Igor Ramos, abriu o leque de premiações levando Menção Honrosa pelo filme que apresenta o Botafogo FC campeão da Taça Cidade de SP de 1977, com Sócrates em início de carreira e outros craques do time interiorano.

A segunda colocação na categoria de curta-metragem ficou com “EU, JOGADORA-UM AUTORRETRATO DO FUTEBOL FEMININO”, Dir. Edson de Lima, Cristiano Fukuyama e Luiz Nascimento. Uma abordagem profunda e consistente do universo do futebol praticado por mulheres no Brasil.

Já a medalha de prata na categoria de longa-metragem, foi para “VAI GUARULHOS”, de Fabrício Gallinucci, que destaca a saga da AD Guarulhos para ampliar o número de admiradores do clube, que possui uma torcida organizada composta por 15 fanáticos torcedores.

O primeiro caneco de campeão foi entregue a Luciano Pérez, Diretor do curta-metragem “A COPA DOS REFUGIADOS”, um alerta aos brasileiros para o cotidiano de refugiados e imigrantes, destacando a Copa de Integração dos Refugiados, realizada em São Paulo.

Coube ao diretor Rogério Zagallo, receber a Taça Cinefoot de Melhor Longa-Metragem da edição São Paulo, pelo documentário “SEGUNDO TEMPO”, a trajetória do clássico estádio Palestra Itália à moderna arena Allianz Parque, contada através de imagens poderosas de máquinas, aço e concreto, misturadas com lembranças afetivas de ex-jogadores, funcionários e torcedores.

O desfecho da noite ficou por conta da première do filme italiano “PERGUNTE QUEM ERA FALCÃO”, de David Rossi, exibido para uma plateia salpicada de camisas coloradas e admiradores do craque Paulo Roberto Falcão.

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